
A entrada de um novo colaborador é um momento importante para qualquer empresa. É quando a pessoa começa a conhecer a rotina, os processos, as ferramentas, os colegas e as responsabilidades do cargo. Mas existe um detalhe que muitas empresas ainda tratam de forma improvisada: a preparação da TI.
Quando a área de tecnologia não é avisada com antecedência ou não existe um checklist claro, o novo colaborador pode começar o primeiro dia sem computador, sem e-mail, sem acesso aos sistemas, sem licença Microsoft 365, sem permissões nas pastas, sem impressora configurada e sem orientação básica de segurança.
Isso gera uma experiência ruim para o colaborador e perda de produtividade para a empresa.
Em vez de começar trabalhando, a pessoa passa o primeiro dia esperando acessos, pedindo senha, procurando arquivos, tentando entender onde salvar documentos ou dependendo de colegas para executar tarefas simples.
Um checklist de TI para entrada de novos colaboradores ajuda a evitar esse problema.
Com um processo organizado, a empresa prepara equipamentos, acessos, licenças, permissões e orientações antes da chegada do novo profissional. Isso reduz retrabalho, melhora a segurança e torna o onboarding muito mais profissional.
Neste artigo, você vai entender por que a TI precisa participar da entrada de novos colaboradores, quais itens devem entrar no checklist e como organizar esse processo de forma segura e eficiente.
Por que a TI deve participar do onboarding?
O onboarding é o processo de integração de um novo colaborador à empresa. Ele envolve apresentação da cultura, treinamento, documentos, processos internos e preparação para a função.
A TI faz parte desse processo porque quase toda função depende de tecnologia.
Mesmo cargos que não são técnicos normalmente precisam de:
- Computador ou notebook;
- E-mail corporativo;
- Acesso ao Microsoft 365 ou Google Workspace;
- Sistema interno;
- Pastas compartilhadas;
- Impressora;
- Internet;
- Wi-Fi;
- Telefone ou ramal;
- WhatsApp corporativo, quando aplicável;
- VPN, em alguns casos;
- Antivírus;
- Assinatura de e-mail;
- Permissões específicas;
- Orientações de segurança.
Quando a TI entra apenas depois que o colaborador já chegou, tudo vira urgência.
O ideal é que a contratação acione um processo interno com antecedência, permitindo que a equipe técnica prepare tudo antes do primeiro dia.
O problema de começar sem estrutura
Empresas que não possuem checklist costumam repetir os mesmos problemas.
O novo colaborador chega e alguém percebe que ainda não existe computador disponível. O equipamento antigo precisa ser formatado. O e-mail não foi criado. A licença ainda não foi comprada. O gestor não sabe quais sistemas liberar. O RH não informou a data de início. O acesso à pasta do setor ainda não foi aprovado. A senha provisória não foi definida. O técnico precisa parar outras demandas para resolver tudo rapidamente.
Esse improviso causa vários impactos:
- Atraso no início das atividades;
- Sobrecarga da equipe de TI;
- Experiência ruim para o colaborador;
- Gestor sem previsibilidade;
- Acessos liberados com pressa;
- Permissões incorretas;
- Licenças compradas sem planejamento;
- Equipamentos entregues sem revisão;
- Falta de orientação de segurança;
- Retrabalho nos primeiros dias.
A entrada de colaborador deve ser planejada, não improvisada.
Checklist de TI reduz riscos de segurança
A pressa é inimiga da segurança.
Quando um novo colaborador precisa começar rapidamente e não existe processo, a empresa pode tomar atalhos perigosos, como:
- Usar conta de outro colaborador;
- Compartilhar senha;
- Liberar acesso amplo demais;
- Usar computador sem revisão;
- Entregar máquina sem antivírus;
- Deixar MFA para depois;
- Liberar pastas sem aprovação;
- Criar e-mail fora do padrão;
- Instalar softwares sem controle;
- Usar notebook pessoal sem política.
Essas práticas podem parecer soluções rápidas, mas criam riscos.
Um checklist ajuda a garantir que cada acesso seja criado corretamente, com permissões adequadas, usuário individual, senha segura e registro do que foi liberado.
Segurança começa na entrada.
O que deve ter em um checklist de TI para novos colaboradores?
Um bom checklist deve acompanhar todas as etapas da preparação.
Ele pode ser dividido em fases:
- Antes da entrada;
- Preparação do equipamento;
- Criação de contas;
- Liberação de acessos;
- Configurações de segurança;
- Orientações iniciais;
- Validação no primeiro dia;
- Ajustes após a primeira semana.
Essa divisão ajuda a empresa a não esquecer nenhum item.
A seguir, veja os principais pontos.
1. Solicitação formal da entrada
O primeiro passo é a TI receber uma solicitação formal sobre o novo colaborador.
Essa solicitação pode vir do RH, gestor ou responsável pela contratação.
Ela deve informar:
- Nome completo;
- Data de início;
- Cargo;
- Setor;
- Gestor responsável;
- Local de trabalho;
- Modelo de trabalho presencial, híbrido ou remoto;
- Equipamentos necessários;
- Sistemas que serão usados;
- Pastas que devem ser acessadas;
- Licenças necessárias;
- E-mail desejado;
- Telefone ou ramal, se houver;
- Necessidade de VPN;
- Observações especiais.
Sem essas informações, a TI precisa adivinhar.
E quando a TI adivinha, o risco de erro aumenta.
2. Definição do perfil de acesso
Cada colaborador deve receber acessos conforme sua função.
Um usuário do financeiro não precisa dos mesmos acessos de alguém do comercial. Um colaborador do RH não deve acessar tudo da diretoria. Um usuário operacional não precisa de permissões administrativas.
Por isso, a empresa deve ter perfis por setor ou função.
Exemplos:
Perfil financeiro
Acesso a e-mail, sistemas financeiros, pastas do financeiro, impressora do setor e ferramentas específicas.
Perfil comercial
Acesso a CRM, propostas, materiais comerciais, e-mail, Teams ou ferramentas de atendimento.
Perfil RH
Acesso restrito a documentos de colaboradores, processos seletivos, arquivos internos e sistemas de folha ou gestão de pessoas.
Perfil administrativo
Acesso a documentos internos, sistemas administrativos, pastas gerais e recursos do setor.
Perfil diretoria
Acesso a relatórios, áreas gerenciais, documentos estratégicos e recursos com proteção reforçada.
Definir perfis evita que cada entrada seja tratada do zero.
3. Preparação do computador ou notebook
O equipamento deve estar pronto antes do primeiro dia.
A preparação pode incluir:
- Separar computador ou notebook;
- Verificar estado físico;
- Validar desempenho;
- Conferir memória e armazenamento;
- Instalar sistema operacional atualizado;
- Criar usuário local ou vincular conta corporativa;
- Instalar programas necessários;
- Instalar antivírus;
- Aplicar atualizações;
- Configurar impressoras;
- Configurar navegador padrão;
- Configurar pacote Office, quando aplicável;
- Validar câmera, microfone e áudio;
- Conferir carregador e acessórios;
- Identificar o equipamento no inventário;
- Registrar responsável pelo ativo.
Entregar um computador lento, desatualizado ou com restos de usuário antigo prejudica a experiência do novo colaborador.
4. Revisão do equipamento usado anteriormente
Muitas vezes, o novo colaborador recebe um equipamento que já foi usado por outra pessoa.
Antes de entregar, é importante fazer revisão.
A TI deve verificar:
- Se dados do usuário anterior foram removidos;
- Se o equipamento foi formatado ou higienizado corretamente;
- Se não há senhas salvas;
- Se programas antigos foram removidos;
- Se a licença está correta;
- Se o equipamento está atualizado;
- Se o antivírus está ativo;
- Se o desempenho está adequado;
- Se o equipamento está limpo fisicamente;
- Se há necessidade de upgrade.
Isso evita que informações antigas sejam expostas e garante um ambiente mais profissional.
5. Criação do e-mail corporativo
O e-mail corporativo é um dos principais acessos do colaborador.
A criação deve seguir um padrão da empresa.
Exemplos de padrão:
Além de criar o e-mail, a TI deve configurar:
- Licença correta;
- Senha inicial segura;
- MFA;
- Assinatura de e-mail;
- Grupos de distribuição;
- Alias, se necessário;
- Acesso ao Outlook;
- Política de senha;
- Regras de segurança;
- Proteção contra phishing.
O e-mail não deve ser criado de qualquer forma, porque ele será uma das principais identidades digitais do colaborador.
6. Configuração do Microsoft 365 ou Google Workspace
Dependendo do ambiente da empresa, o colaborador pode precisar de Microsoft 365 ou Google Workspace.
No Microsoft 365, pode ser necessário configurar:
- Outlook;
- Teams;
- OneDrive;
- SharePoint;
- Licença adequada;
- Grupos;
- MFA;
- Aplicativos do Office;
- Permissões em arquivos;
- Política de compartilhamento.
No Google Workspace, pode ser necessário configurar:
- Gmail;
- Drive;
- Agenda;
- Meet;
- Grupos;
- MFA;
- Permissões;
- Compartilhamentos;
- Políticas de segurança.
A criação da conta precisa seguir o padrão da empresa e respeitar as permissões do setor.
7. Liberação de sistemas internos
Além do e-mail, o novo colaborador pode precisar acessar sistemas internos.
Exemplos:
- ERP;
- CRM;
- Sistema financeiro;
- Sistema de RH;
- Sistema de atendimento;
- Sistema de chamados;
- Plataforma comercial;
- Ferramenta de projetos;
- Sistema de estoque;
- Portal de fornecedores;
- Sistemas internos personalizados.
Cada sistema deve ter conta individual, quando possível.
Evite usar login compartilhado, porque isso dificulta auditoria e segurança.
A TI ou o responsável do sistema deve registrar quais acessos foram liberados e quem aprovou.
8. Permissões em pastas e arquivos
Permissões em arquivos precisam ser tratadas com cuidado.
O colaborador deve acessar apenas as pastas necessárias para sua função.
Se a empresa usa SharePoint, servidor de arquivos ou Google Drive, o ideal é trabalhar com grupos por setor.
Exemplos:
- Financeiro;
- RH;
- Comercial;
- Diretoria;
- Administrativo;
- Projetos;
- Operação;
- Todos os colaboradores.
Isso facilita a gestão.
Quando alguém entra no setor, é adicionado ao grupo correto. Quando sai, é removido.
Evite permissões individuais sem documentação, porque elas se acumulam e geram risco no futuro.
9. Configuração de impressoras e recursos locais
Mesmo em empresas cada vez mais digitais, impressoras ainda são usadas em muitos setores.
O checklist deve verificar:
- Quais impressoras o colaborador precisa acessar;
- Se há impressora padrão;
- Se precisa de scanner;
- Se precisa de acesso a pasta de digitalização;
- Se precisa de PIN ou controle de impressão;
- Se há permissões específicas;
- Se o driver está correto.
Também podem existir outros recursos locais, como leitores, coletores, telefones IP, câmeras, ramais ou equipamentos específicos da função.
10. Configuração de VPN e acesso remoto
Se o colaborador trabalhar remotamente ou precisar acessar sistemas internos fora da empresa, pode ser necessário configurar VPN.
A VPN deve ser liberada com cuidado.
O checklist deve confirmar:
- A VPN é realmente necessária?
- O usuário terá acesso a quais recursos?
- O equipamento é corporativo?
- MFA está ativo?
- O acesso será permanente ou temporário?
- As permissões estão limitadas?
- O usuário recebeu orientação?
- O acesso foi documentado?
VPN não deve ser liberada de forma automática para todos.
Ela deve seguir necessidade real e política de segurança.
11. Antivírus e segurança do endpoint
Todo equipamento corporativo deve ter proteção adequada.
Antes de entregar a máquina, verifique:
- Antivírus instalado;
- Licença ativa;
- Atualização de segurança;
- Proteção em tempo real;
- Firewall do sistema;
- Criptografia, quando aplicável;
- Política de bloqueio de tela;
- Senha forte;
- Usuário sem privilégios administrativos desnecessários;
- Ferramentas de monitoramento, se houver.
A segurança do endpoint é fundamental porque o computador do usuário é uma das principais portas de entrada para golpes, malware e vazamento de dados.
12. MFA desde o primeiro acesso
A autenticação multifator deve ser configurada desde o início.
Não deixe para depois.
O MFA ajuda a proteger contas mesmo se a senha for descoberta.
Ele deve ser aplicado principalmente em:
- E-mail corporativo;
- Microsoft 365;
- Google Workspace;
- VPN;
- Sistemas críticos;
- Contas administrativas;
- Ferramentas financeiras;
- Plataformas de gestão.
Configurar MFA na entrada evita que o usuário se acostume com uma conta menos protegida.
13. Assinatura de e-mail padronizada
A assinatura de e-mail ajuda a manter padrão profissional na comunicação.
Ela pode incluir:
- Nome;
- Cargo;
- Empresa;
- Telefone;
- WhatsApp;
- Site;
- Endereço;
- Logo;
- Aviso de confidencialidade, quando aplicável.
A empresa deve ter um modelo padronizado para evitar assinaturas diferentes em cada conta.
Isso fortalece a identidade visual e melhora a apresentação externa.
14. Orientações básicas de segurança
O novo colaborador deve receber orientações simples sobre segurança digital.
Isso pode incluir:
- Não compartilhar senhas;
- Desconfiar de e-mails suspeitos;
- Não clicar em links desconhecidos;
- Não instalar programas sem autorização;
- Usar MFA corretamente;
- Bloquear a tela ao sair;
- Salvar arquivos no local correto;
- Evitar pendrives desconhecidos;
- Reportar incidentes;
- Usar apenas ferramentas autorizadas;
- Cuidar de dados de clientes;
- Não usar contas pessoais para trabalho.
A segurança da empresa depende também do comportamento dos usuários.
15. Orientação sobre onde salvar arquivos
Esse ponto é muito importante.
O novo colaborador precisa saber onde salvar documentos.
Se a empresa não orienta, ele pode salvar tudo no desktop, no OneDrive pessoal, no WhatsApp, em pasta errada ou em local sem backup.
A orientação deve explicar:
- O que salvar no OneDrive;
- O que salvar no SharePoint;
- O que salvar no servidor;
- Quais pastas do setor usar;
- Como nomear arquivos;
- Como compartilhar documentos;
- Quais arquivos não devem ser enviados externamente;
- Como pedir acesso a novas pastas.
Organização de arquivos começa no primeiro dia.
16. Registro no inventário de TI
Todo equipamento entregue deve ser registrado no inventário de TI.
O inventário deve conter:
- Nome do colaborador;
- Setor;
- Equipamento entregue;
- Número de série;
- Modelo;
- Data de entrega;
- Estado do equipamento;
- Acessórios;
- Licenças vinculadas;
- Sistemas liberados;
- Observações;
- Termo de responsabilidade, quando houver.
Esse controle facilita manutenção, troca, garantia e desligamento futuro.
Sem inventário, a empresa perde controle dos ativos.
17. Termo de responsabilidade de equipamentos
Quando a empresa entrega notebook, celular, carregador, token, headset ou outro equipamento, pode ser importante ter um termo de responsabilidade.
Esse documento registra:
- Quais equipamentos foram entregues;
- Estado dos equipamentos;
- Responsabilidade de uso;
- Orientações básicas;
- Condições de devolução;
- Data;
- Assinatura do colaborador.
Isso ajuda a evitar dúvidas no futuro.
O termo não substitui o inventário, mas complementa o controle.
18. Criação de chamado ou tarefa interna
A entrada de colaborador deve gerar uma tarefa formal para a TI.
Essa tarefa pode conter o checklist completo e o status de cada etapa.
Exemplo:
- Equipamento separado;
- E-mail criado;
- Licença atribuída;
- MFA configurado;
- Sistemas liberados;
- Pastas configuradas;
- Impressora configurada;
- Assinatura aplicada;
- Orientação realizada;
- Inventário atualizado.
Com isso, nada fica dependendo de memória ou mensagens soltas no WhatsApp.
19. Validação no primeiro dia
No primeiro dia, a TI ou o responsável deve validar se tudo está funcionando.
Verifique:
- O colaborador consegue acessar o computador?
- O e-mail funciona?
- O Teams ou ferramenta de comunicação está configurado?
- As pastas necessárias aparecem?
- Os sistemas abrem?
- A impressora funciona?
- O MFA foi configurado corretamente?
- A internet está funcionando?
- O usuário sabe onde pedir suporte?
- Há alguma pendência?
Essa validação evita que o colaborador fique travado logo no início.
20. Acompanhamento após a primeira semana
Depois de alguns dias, é comum aparecerem ajustes.
O colaborador pode perceber que falta acesso a uma pasta, sistema ou impressora. Também pode precisar de orientação sobre ferramentas.
Por isso, vale fazer uma revisão após a primeira semana.
Pergunte:
- Falta algum acesso?
- O equipamento está adequado?
- Algum sistema não funciona?
- Existem dúvidas sobre arquivos?
- Há dificuldade com ferramentas?
- O usuário sabe abrir chamado?
- O gestor validou os acessos?
Esse acompanhamento melhora a experiência e evita pendências longas.
Erros comuns na entrada de novos colaboradores
Avisar a TI em cima da hora
Sem antecedência, a TI trabalha no improviso.
Entregar equipamento sem revisão
Máquinas antigas, lentas ou com dados anteriores prejudicam o início.
Usar conta compartilhada
Cada colaborador deve ter conta própria.
Liberar acesso amplo demais
O usuário deve acessar apenas o necessário.
Não configurar MFA
Segurança deve começar desde o primeiro acesso.
Não registrar equipamentos
Sem inventário, a empresa perde controle.
Não orientar onde salvar arquivos
Arquivos começam a se espalhar desde o primeiro dia.
Não documentar acessos
A empresa precisa saber o que foi liberado e por quem.
Modelo de checklist de TI para entrada de colaborador
Use este modelo como base:
Dados do colaborador
- Nome completo;
- Cargo;
- Setor;
- Gestor;
- Data de início;
- Local de trabalho;
- Modelo presencial, híbrido ou remoto.
Equipamentos
- Computador ou notebook;
- Monitor;
- Teclado e mouse;
- Headset;
- Celular corporativo;
- Carregador;
- Token ou outros dispositivos;
- Registro no inventário.
Contas e acessos
- E-mail corporativo;
- Microsoft 365 ou Google Workspace;
- Sistemas internos;
- Pastas do setor;
- Impressoras;
- VPN;
- Ferramentas de comunicação;
- Ferramentas de gestão.
Segurança
- Senha inicial;
- MFA;
- Antivírus;
- Atualizações;
- Bloqueio de tela;
- Permissões corretas;
- Usuário sem privilégio indevido;
- Orientações de segurança.
Configurações
- Outlook;
- Teams;
- OneDrive;
- SharePoint;
- Navegador;
- Assinatura de e-mail;
- Impressoras;
- Aplicativos necessários.
Orientações
- Onde salvar arquivos;
- Como abrir chamado;
- Como usar ferramentas básicas;
- Cuidados com phishing;
- Política de senhas;
- Regras de compartilhamento.
Validação
- Teste de login;
- Teste de e-mail;
- Teste de sistemas;
- Teste de arquivos;
- Teste de impressora;
- Confirmação com gestor;
- Pendências registradas.
Benefícios de um checklist de TI
Um checklist bem aplicado traz vários benefícios para a empresa.
Mais produtividade no primeiro dia
O colaborador começa com tudo pronto para trabalhar.
Menos retrabalho para a TI
As demandas são planejadas e não chegam como urgência.
Mais segurança
Acessos são liberados corretamente desde o início.
Melhor experiência para o colaborador
A entrada fica mais profissional e organizada.
Mais controle de ativos
Equipamentos e licenças ficam registrados.
Menos erros de permissão
O usuário recebe acesso conforme sua função.
Melhor gestão
A empresa sabe o que foi entregue, configurado e aprovado.
Como a Micros Curitiba pode ajudar sua empresa
A Micros Curitiba atua com suporte de TI para empresas em Curitiba, ajudando negócios a organizarem entrada de colaboradores, acessos, equipamentos, Microsoft 365, segurança e processos internos de tecnologia.
Podemos ajudar sua empresa com:
- Checklist de entrada de colaboradores;
- Preparação de computadores e notebooks;
- Criação de e-mails corporativos;
- Configuração de Microsoft 365;
- Configuração de Google Workspace;
- MFA;
- Antivírus corporativo;
- Controle de acessos;
- Organização de SharePoint e OneDrive;
- Configuração de impressoras;
- VPN corporativa;
- Inventário de TI;
- Documentação técnica;
- Suporte remoto e presencial;
- Manutenção preventiva;
- Segurança da informação;
- Padronização de processos de TI.
Nosso objetivo é ajudar sua empresa a receber novos colaboradores com mais organização, segurança e produtividade desde o primeiro dia.
FAQ sobre checklist de TI para entrada de colaboradores
O que é checklist de TI para entrada de colaboradores?
É uma lista de etapas para preparar equipamentos, contas, e-mails, acessos, permissões, segurança e orientações antes da chegada de um novo colaborador.
Quando a TI deve ser avisada sobre um novo colaborador?
O ideal é avisar com antecedência, assim que a contratação for confirmada, para que equipamentos e acessos sejam preparados antes do primeiro dia.
Por que não usar conta compartilhada?
Porque conta compartilhada dificulta segurança, auditoria, rastreabilidade e controle de acessos. Cada colaborador deve ter usuário próprio.
O que configurar no primeiro dia?
Login, e-mail, MFA, sistemas, pastas, impressoras, ferramentas de comunicação, assinatura de e-mail e orientações básicas de segurança.
Checklist de entrada ajuda na segurança?
Sim. Ele evita permissões erradas, contas compartilhadas, máquinas sem proteção, acessos improvisados e falhas no controle de ativos.
Conclusão: a experiência do colaborador começa pela TI
A entrada de um novo colaborador não deve ser improvisada.
Quando a empresa prepara equipamentos, acessos, e-mails, permissões e orientações com antecedência, o primeiro dia se torna muito mais produtivo e profissional.
Um checklist de TI ajuda a reduzir falhas, melhorar segurança, evitar retrabalho e garantir que o colaborador comece com os recursos certos para sua função.
Se sua empresa ainda prepara novos colaboradores de forma manual, sem padrão ou com pedidos espalhados pelo WhatsApp, fale com a Micros Curitiba.
WhatsApp: (41) 99138-6747
Micros Curitiba. Suporte de TI para empresas que precisam organizar entrada de colaboradores, acessos, equipamentos, Microsoft 365 e segurança com planejamento.





